Filme sobre o Prêmio Empreendedor Social 2010 traz Libras, audiodescrição e legendas, para permitir acesso a todos os visitantes da página, com ou sem deficiências
CÁSSIO AOQUI
EDITOR-ASSISTENTE DE EMPREGOS E CARREIRAS
Para quem vê, a imagem. Para quem não enxerga, a audiodescrição. Para quem ouve, o som. Para quem não escuta, mas lê, a legenda. Para quem não escuta e usa a língua de sinais, a Libras (Língua Brasileira de Sinais). Para qualquer cidadão brasileiro, a informação.
Assim a finalista do Prêmio Empreendedor Social 2009 Cláudia Cotes define o resultado da primeira mídia inclusiva lançada pela Folha hoje, 3 de dezembro, no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.
Há exatos seis anos, a fonoaudióloga viu seu irmão, que tinha síndrome de Down, morrer após décadas de luta contra a exclusão social.
Transformou a perda em inspiração para criar a Vez da Voz, organização que promove a inclusão de pessoas com deficiência por meio da comunicação.
Entre seus projetos, destaca-se o Telelibras, primeiro telejornal inclusivo e gratuito da internet, no qual trabalham e se misturam em situação de igualdade deficientes (cadeirantes, cegos, surdos, pessoas com síndrome de Down) e não deficientes.
O FILME
O vídeo, que apresenta os melhores momentos da cerimônia de entrega do Prêmio Empreendedor Social 2010, foi reeditado pela Vez da Voz em formato inclusivo, com legenda, tradução em Libras e ao lado, de forma inédita, audiodescrição detalhada sobre tudo o que acontece no evento, para deficientes visuais.
Na festa, que aconteceu no último dia 25, no Masp (Museu de Arte de São Paulo), cerca de 200 convidados, entre executivos, acadêmicos, representantes de órgãos públicos e jornalistas, aplaudiram em pé os vencedores dos prêmios Empreendedor Social e Empreendedor Social de Futuro, Roberto Kikawa, 40, e Wagner Gomes, 28, respectivamente.
Bastante emocionado, Kikawa não conteve o choro ao receber o troféu do casal Claudio e Suzana Padua, ganhadores do ano passado.
"Não somos mais quem éramos ontem", disse Kikawa ao discursar, parafraseando o ativista norte-americano Martin Luther King.
Mentor do Projeto Cies (Centro de Integração de Educação e Saúde), o médico paulistano criou a maior carreta de saúde móvel do mundo, que leva atendimento de qualidade e alta tecnologia a populações carentes.
A vitória de Kikawa foi anunciada pelo mestre de cerimônia e colunista da Folha, Pasquale Cipro Neto, logo após o economista cearense Wagner Gomes, da Adel (Agência de Desenvolvimento Econômico Local), ter subido ao palco ovacionado pela plateia.
"É um honra ter saído de tão longe, de Pentecoste, no interior do Ceará, para receber esse prêmio, como prova de que é possível, sim, atingir o desenvolvimento no sertão", comemorou Gomes.
FINALISTAS
Kikawa e Gomes conquistaram os prêmios ao concorrer com outros 264 candidatos, dos quais apenas dez chegaram à fase final.
Os demais finalistas do Empreendedor Social homenageados foram Axel Grael, do Projeto Grael (RJ), Carlos Eduardo Zuma, do Instituto Noos (RJ), José Junior, do AfroReggae (RJ), Márcia Rolon, do Instituto Homem Pantaneiro/Moinho Cultural Sul-Americano (MS) e Sueli de Lima, da Casa da Arte de Educar (RJ).
Do Empreendedor Social de Futuro, foram certificados Karina Rehavia, da Ninui (RJ), Marcelo Feijó de Mello, do Instituto Prove (SP), e Ricardo Cardim, da Associação Amigos das Árvores (SP).
Nos próximos dias, entrarão no ar os vídeos sobre os dez projetos finalistas.
APOIADORES
O Prêmio Empreendedor Social é realizado pela Folha e pela Fundação Schwab, com patrocínio da Caixa e da Ernst & Young Terco. Com apoio estratégico da consultoria sitawi, o concurso tem como apoiadores a Artemisia Modelo de Negócios Sociais, a Ashoka Empreendedores Sociais, o Ceats-FIA (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor da Fundação Instituto de Administração), a Folha.com, o Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), o Iats (Instituto de Administração para o Terceiro Setor), o Instituto Ethos de Responsabilidade Social, a P&B Comunicação, a Sator, o The Hub Brasil e o UOL.
BEM-VINDO!
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Programa de Aprendizagem Profissional para Surdos e Pessoas com Deficiência Física
Programa de Aprendizagem Profissional para Surdos e Pessoas com Deficiência Física
Novas datas para inscrição: de 06 a 10/12
Informações: 3879 3100 R: 5374, das 12h às 18h
PESQUISA sobre Serviços Necessários para a Comunidade Surda
A Escola para Crianças Surdas Rio Branco, mantida pela Fundação de Rotarianos de São Paulo, está realizando uma pesquisa para identificar os serviços necessários para a Comunidade Surda na cidade de São Paulo.
Caso queriam contribuir com este trabalho, preencham o questionário acessando o link abaixo, onde será possível visualizar as questões em Libras e Língua Portuguesa.
Agradecemos a colaboração.
PROJETO - TARIFAS REDUZIDAS PARA MENSAGENS DE TEXTO
Projeto que obriga prestadoras de serviços de telecomunicações a oferecer a portadores de deficiência auditiva ou da fala planos com tarifas reduzidas para mensagens de texto foi aprovado nesta quarta-feira (24) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
De autoria do senador Flávio Arns (PSDB-PR), o projeto (PLS 238/08), que teve como relator o senador Cícero Lucena (PSDB-PB), segue agora para o exame da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), para decisão terminativaDecisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. .
O texto estabelece que o usuário do serviço de telecomunicação portador de deficiência auditiva ou da fala tem direito a plano com tarifas reduzidas para serviços de mensagem de texto, nas diversas modalidades de pagamento.
Na justificação do projeto, Flávio Arns diz que, ao longo dos anos, o Brasil observa o gradual aumento da participação das pessoas com deficiência nas atividades sociais e setores produtivos. Isso, em sua opinião, tem sido possível pela maior oferta de recursos tecnológicos capazes de reduzir as limitações dessas pessoas.
Arns menciona especialmente a evolução da telefonia celular, que permitiu ao portador de deficiência auditiva ou da fala comunicar-se com desenvoltura, sobretudo por mensagens de texto.
Com esse argumento, o autor do projeto sustenta que o serviço das operadoras de telefonia deve ser efetivamente acessível ao segmento mais pobre da população, com planos específicos, de baixo custo, a fim de reduzir as dificuldades que ainda restringem o acesso da pessoa com deficiência auditiva ou da fala.
O relator do projeto, Cícero Lucena, reconhece que o regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações já prevê a obrigatoriedade desses serviços. Mas sublinhou que a norma não é cumprida pelas operadoras, motivo pelo qual a matéria precisa ser disciplinada em lei ordinária. O que ele deseja é tornar compulsório o cumprimento dessa norma.
Na opinião de Lucena, a medida propiciará maior segurança jurídica aos usuários que, diante de eventual omissão das autoridades governamentais, poderão acionar a Justiça para exercer seus direitos. O projeto altera a Lei 9.472/97, conhecida como Lei Geral de Telecomunicações.
Teresa Cardoso / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
terça-feira, 28 de setembro de 2010
VIVO MAIS MENSAGENS - serviço especialmente voltado a surdos
Visite o site da VIVO.
O serviço VIVO MAIS MENSAGENS voltado especialmente para surdos e pessoas com baixa audição e com tarifas promocionais para todo o Brasil.
Visite http://www.vivo.com.br/vivomaismensagens/
O serviço VIVO MAIS MENSAGENS voltado especialmente para surdos e pessoas com baixa audição e com tarifas promocionais para todo o Brasil.
Visite http://www.vivo.com.br/vivomaismensagens/
sábado, 25 de setembro de 2010
Vaga para o Cargo de Coordenador Pedagógico - Escola para Crianças Surdas Rio Branco
A Escola para Crianças Surdas Rio Branco, da Fundação de Rotarianos de São Paulo, está selecionando profissionais para o cargo de Coordenador pedagógico
· Requisitos: Ensino superior em pedagogia, experiência na área de educação de surdos, proficiência em Libras e domínio das tecnologias da informação.
· Regime de contratação: CLT
Local de trabalho: Rodovia Raposo Tavares km 24, no 7200 - Granja Vianna - Cotia/ SP
Os interessados deverão enviar currículo para os e-mails sabine.vergamini@ecs.org.br e
eliane.nogueira@frsp.org
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
I Semana Sinais na Arte - MAM
I Semana Sinais na Arte
em comemoração ao Dia do Surdo
Dia 26 de setembro
Segue abaixo a programação completa de atividades. Algumas atividades são abertas ao público e outras requerem inscrição prévia.
Maiores informações: acessibilidade@mam.org.br.
FILME NOSSO LAR COM LEGENDAS
Mais uma grande conquista para os surdos.
A Fox filmes e a Cinética filmes apoiaram o trabalho voluntário para a edição de legendas para surdos de acordo com as normas ABNT.
PARTICIPEM, OPINEM!!
Segue abaixo o e-mail que a equipe do filme mandou. Eles fizeram só uma cópia porque precisam saber se vale a pena colocar sessões especiais legendadas em todos os cinemas. Agora, é muito importante que os surdos e suas famílias entrem no site do filme apoiando e pedindo as legendas em suas cidades www.nossolarofilme.com.br , deixando depoimentos e convocando outros surdos para escrever, participar e assisitir ao filme.
[...] Precisamos MUITO ter bastante gente surda nas sessões especiais porque aí conseguiremos que todos os filmes nacionais lançados no cinema tenham legenda. Por favor, independente da religião, apóiem essa sessão de filmes para que, no futuro, possamos escolher qualquer filme nacional para assistir porque vai ter legenda.
Vou passar mais informações depois. Mantenham contato comigo.
E repassem para todos os surdos e associações de surdos que vocês conhecerem para que possamos conseguir ter legendas nos filmes nacionais.
Quem não quiser mais receber essas mensagens, avise-me que eu retiro o nome da lista.
Um grande abraço a todos.
Babi - Barbara Barbosa
www.twitter.com/babi_int
Intérprete de LIBRAS
www.angelicaj.myblog.com.br
domingo, 12 de setembro de 2010
3º FORME CONSCIENTE
Nos dias 25, 26 e 27 de agosto a Prefeitura Municipal de Taubaté realizou o 3º FORME CONSCIENTE organizado pela Profª Luciana Flores Peixoto, Presidente do Forme e Primeira Dama do Município de Taubaté.
Foi uma grande satisfação participar do evento e falar um pouco sobre ADEQUAÇÃO CURRICULAR na educação de surdos. O evento contou com a presença de grandes pesquisadores tanto da área da saúde quanto da área educacional, promovendo um trabalho conjunto e fortalecendo os processos inclusivos, por meio da formação e reflexão dos educadores presentes.
Foi uma grande satisfação participar do evento e falar um pouco sobre ADEQUAÇÃO CURRICULAR na educação de surdos. O evento contou com a presença de grandes pesquisadores tanto da área da saúde quanto da área educacional, promovendo um trabalho conjunto e fortalecendo os processos inclusivos, por meio da formação e reflexão dos educadores presentes.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
MAM - Semana Cultural para comemorar o Dia Nacional do Surdo.
O MAM está organizando uma Semana Cultural para comemorar o Dia Nacional do Surdo.
Maiores informações entre em contato com Daina no e-mail acessibilidade@mam.org.br, ou com Leonardo Castilho ( Surdo) no e-mail: leonardo_castilho@mam.org.br.
Dia 30/09 (qui)
Informações:
Semana Cultural Sinais na Arte
Cultura e Arte na Língua Brasileira de Sinais
Data: 26 de setembro a 1 de outubro.
A Área de Acessibilidade do MAM-SP, promoverá do dia 26 de setembro ao dia 1 de outubro, a semana cultural Sinais na Arte, em comemoração ao Dia Nacional do Surdo.
No dia 26 de setembro, a Comunidade Surda Brasileira divulga e relembra as conquistas que levaram à melhoria das condições de vida dos surdos, que ampliaram seu espaço social. Nesse dia, várias instituições, associações e lideranças da comunidade comemoram os avanços e apresentam as novas metas de acessibilidade do público surdo.
O MAM-SP tem uma atuação fundamental e pioneira no processo de acessibilidade do público surdo aos museus e instituições culturais.
Em 2002, o MAM-SP iniciou o projeto Aprender para Ensinar, que tem o objetivo de formar jovens educadores surdos para receber o público surdo nas exposições do museu, em sua língua, libras.
O projeto foi desenvolvido a partir da constatação de que o público surdo permanecia afastado dos circuitos da cultura, enquanto poderia ter acesso à riqueza do mundo das artes, considerando que a percepção visual é o seu modo privilegiado de acesso ao mundo.
Esse projeto nos mostrou o interesse de jovens e crianças surdas pelas artes, tanto pela apreciação como pela produção, e evidenciou a necessidade de haver educadores surdos em espaços culturais.
Com o passar dos anos, os alunos formados no projeto Aprender para Ensinar, profissionalizaram-se e passaram a integrar as equipes de instituições culturais como o Museu de Arte Moderna de SP, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Centro Cultural Banco do Brasil e o Museu Afro Brasil.
Ampliando e desenvolvendo constantemente o trabalho de acessibilidade, o MAM-SP conta hoje como um educador surdo para receber o público surdo em qualquer dia e horário.
Sendo um espaço público que tem como missão tornar a arte acessível ao maior número de pessoas possível, o MAM-SP busca sempre aprimorar sua comunicação na língua de sinais. Os funcionários do museu realizam curso de libras no horário de expediente.
A programação do MAM-SP conta com cursos e oficinas de artes com intérpretes de libras.
No intuito de investir e possibilitar o desenvolvimento de um percurso artístico, o MAM-SP reúne alunos que passaram pelas atividades promovidas pelo museu para discutir, refletir e produzir arte. Esses alunos integram hoje o Corposinalizante, um coletivo de criação, pesquisa e intervenções artísticas. O coletivo produziu três filmes documentários sobre a cultura surda.
Reconhecido como instituição que contribui com reflexão e ação para a inserção do diverso público no universo cultural, o MAM-SP recebeu os seguintes prêmios: Prêmio Sentidos (2010) 1º lugar no Prêmio Darcy Ribeiro (2009), Prêmio Ludicidade (2008), Prêmio Saúde e Cultura (2008) e Prêmio de Inclusão Social (2005).
Programação da Semana Sinais na Arte:
Dia 26/09 (dom), Dia Nacional do Surdo
Local: Marquise do Ibirapuera:
15H: Fotografia artesanal, com intérprete de libras.
16:30H: Arte com spray, com intérprete de libras.
18H: Apresentação da dupla de DJs Mixhell: Laima Leyton e Iggor Cavalera.
16:30H: Arte com spray, com intérprete de libras.
18H: Apresentação da dupla de DJs Mixhell: Laima Leyton e Iggor Cavalera.
Exibição dos filmes produzidos pelo coletivo Corposinalizante (horário a confirmar)
Dia 28/09 (ter)
Local: Ateliê do MAM-SP
10H-15H Visita a exposição Ernesto Neto: Dengo, com o educador Leonardo Castilho.
13H- 15H Oficina de fotografia conduzida pelos alunos do curso Foco em libras
Dia 29/09 (qua)
Local: Auditório Lina Bo Bardi, MAM-SP:
Exibição dos filmes produzidos pelo coletivo Corposinalizante, com comentários dos realizadores.
Dia 30/09 (qui)
Ateliê MAM-SP:
15hs: Oficinas artísticas conduzidas pelos alunos do Aprender para Ensinar
Dia 01/10 (sex)
Local: Ateliê MAM:
14hs Oficina Sinais na Arte; com o artista Stephan Doitschinoff.
14hs Oficina: O corpo vibra, com integrantes surdos da equipe Vibração.
sábado, 24 de julho de 2010
DIVULGANDO: Semana de Inclusão Educacional - Senac Consolação
Semana de Inclusão Educacional – Diálogo, Compreensão e Ação
De 16 a 20/8/2010
Participação gratuita
Senac Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 228 – 1º andar – Centro – São Paulo – SP
Tel.: (11) 2189-2100 begin_of_the_skype_highlighting (11) 2189-2100 end_of_the_skype_highlighting
E-mail: consolacao@sp.senac.br
Inscrição gratuita
Entrada em cada palestra: Um produto de higiene pessoal.
Os itens arrecadados serão doados à Associação de Apoio à promoção Humana – Novos Rumos, pertencente à Rede Social Vila Buarque.
De 16 a 20/8/2010
Participação gratuita
Senac Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 228 – 1º andar – Centro – São Paulo – SP
Tel.: (11) 2189-2100 begin_of_the_skype_highlighting (11) 2189-2100 end_of_the_skype_highlighting
E-mail: consolacao@sp.senac.br
Inscrição gratuita
Entrada em cada palestra: Um produto de higiene pessoal.
Os itens arrecadados serão doados à Associação de Apoio à promoção Humana – Novos Rumos, pertencente à Rede Social Vila Buarque.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
PROGRAMA ROMPENDO BARREIRAS - RÁDIO ELDORADO
Hoje tive o prazer de participar do programa ROMPENDO BARREIRAS com a Marta Gil.
Uma oportunidade ímpar de falar sobre o que o trabalho apaixonante com surdos e tecnologia com alguém que tanto admiro.
Creio que em breve poderei postar o podcast.
Uma oportunidade ímpar de falar sobre o que o trabalho apaixonante com surdos e tecnologia com alguém que tanto admiro.
Creio que em breve poderei postar o podcast.
SME ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EDUCAÇAO ESPECIAL
Comunicado da SME (Secretaria Municipal de Educação da Cidade de São Paulo) publicado no DOC de 22 de julho divulga abertura de inscrições para o curso de especialização, lato sensu “Formação de professores em educação especial: áreas das deficiências auditiva e intelectual”, em nível de pós-graduação. As inscrições devem ser feitas até o dia 30 de julho.
O curso, ministrado na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), na Praça da Sé, 108, Centro. Terá um ano de duração, com início em 14 de agosto e término em 30 de julho de 2011, às sextas-feiras, das 19h às 23h, e aos sábados, das 8h às 12h e das 13h às 17h.
Com carga de 600 horas, é destinado aos professores de ensino fundamental II e médio interessados em atuar nas Emees, no atendimento aos alunos surdos, surd os com outras deficiências associadas à surdez e surdocegos; e aos professores de educação infantil e ensino fundamental I e de ensino fundamental II e médio, que tenham interesse em atuar nas Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (Saais) e que possuam curso de graduação na área da educação.
São 150 vagas, sendo 65 para deficiência auditiva e 85 para deficiência intelectual.
CRITÉRIOS
Para participar do curso, o professor deve:
a) estar em efetivo exercício de atividade docente;
b) ter disponibilidade no horário noturno às sextas-feiras e aos sábados no período da manhã e da tarde;
c) ter condições próprias de locomoção para acesso às atividades;
d) assumir o compromisso de atuar nos serviços de educação especial, por no mínimo quatro anos;
e) assumir o compromisso de não se exonerar do serviço público no período de quatro anos;
f) estar há mais de quatro anos da aposentadoria.
Estão vedadas as matrículas aos professores:
- que matriculados nos cursos anteriores, que deles desistiram, ou neles foram reprovados;
- que possuam habilitação ou especialização em educação especial ou em qualquer uma de suas áreas, consultado o Sistema Escola On Line (EOL);
- que se encontrem readaptado s, em razão de laudo médico temporário ou definitivo;
- admitidos ou nomeados em comissão, estáveis e não estáveis;
- que estejam em licença médica ou em afastamento de qualquer natureza.
Seleção/inscrição na área de deficiência auditiva:
- 1ª Etapa: os professores de ensino fundamental II e médio que tiverem interesse em atuar nas Emees, deverão dirigir-se à unidade de educação especial de sua preferência até o dia 30 de julho, para preenchimento de Ficha
de Inscrição, munidos dos seguintes documentos:
a) cópia reprográfica do último holerite;
b) cópia reprográfica do RG ou CNH;
c) atestado que comprove encontrar-se em pleno exercício das funções de regência de classe, emitido pelo diretor da unidade de lotação/exercício;
d) currículo.
a) cópia reprográfica do último holerite;
b) cópia reprográfica do RG ou CNH;
c) atestado que comprove encontrar-se em pleno exercício das funções de regência de classe, emitido pelo diretor da unidade de lotação/exercício;
d) currículo.
No ato da inscrição será agendado dia e horário para uma entrevista com Comissão especialmente constituída, pela unidade educacional, para este fim.
2ª Etapa: os professores deverão comparecer na data e horário agendados para participar da entrevista sendo, os que não comparecerem considerados desistentes.
3ª Etapa: a unidade educacional divulgará a relação dos professores selecionados para a matrícula no curso.
4ª Etapa: efetivação da matrícula no curso de pós-graduação, segundo normas da universidade.
Seleção/inscrição na área de deficiência intelectual:
1ª Etapa: os professores de educação infantil e ensino fundamental
I que tiverem interesse em atuar nas Saais, deverão dirigir-se ao Cefai da Diretoria Regional de Educação de sua região até o dia 30 de julho, para preenchimento de Ficha de Inscrição, munidos dos seguintes documentos:
a) cópia reprográfica do último holerite;
b) cópia reprográfica do RG ou CNH;
c) atestado que comprove encontrar-se em pleno exercício das funções de regência de classe, emitido pelo diretor da unidade de lotação/exercício;
d) currículo.
a) cópia reprográfica do último holerite;
b) cópia reprográfica do RG ou CNH;
c) atestado que comprove encontrar-se em pleno exercício das funções de regência de classe, emitido pelo diretor da unidade de lotação/exercício;
d) currículo.
2ª Etapa: os professores deverão comparecer na data, local e horário agendado para participar da entrevista. Os professores que não comparecerem serão considerados desistentes.
3ª Etapa: a DRE/Cefai divulgará a relação dos professores selecionados para a matrícula no curso.
4ª Etapa: efetivação da matrícula no curso de pós-graduação segundo critérios estabelecidos pela universidade.
A SME/DOT divulgará a relação dos professores matriculados no curso no Diário Oficial da Cidade.
Mais informações no Comunicado nº 1.128, publicado na página 37 d o DOC de 22 de julho de 2010 (www.imprensaoficial.com.br)
sexta-feira, 16 de julho de 2010
TESTE DA ORELHINHA EM PANAMBI pelo SUS
PANAMBI JÁ APLICA O TESTE DA ORELHINHA EM BEBÊS DE TODA A REGIÃO
13/07/2010
O SUS – Sistema Único de Saúde de Panambi, que já é referencia regional em Mamografias, acaba de ser credenciado também para prestar serviços públicos gratuitos aos bebês dos municípios da região com o Teste da Orelhinha.
O teste que é aplicado pelas fonoaudiólogas contratadas pela Administração de Resultados de Panambi, tem condições de detectar, nos primeiros dias de vida, alguma deficiência eventualmente existente na capacidade auditiva da criança.
Isso faz com que se possa propor o tratamento numa idade em que ainda é possível evitar que estas pessoas fiquem surdas quando adultas.
A surdez não traz apenas dificuldades de compreensão para as pessoas, mas dificultam o aprendizado da fala, e a maioria das pessoas se não a totalidade acabam ficando mudas, por falta da audição. Por isso é muito importante que as mães, logo após deixarem as clínicas ou hospitais onde as crianças nascem, se dirijam ao Centro Público de Diagnóstico da Prefeitura de Panambi (também conhecido como Centro de Especialidades na Rua Otto Kepler) e submetam seus filhos aos testes da orelhinha. O teste não dói e é gratuito, inclusive para as crianças de outros municípios que queiram aproveitar a oferta de mais este serviço do SUS de Panambi.
Para as crianças de Panambi, o SUS local garantirá também os tratamentos. Para as crianças de outros municípios, os pais receberão os laudos e deverão procurar os serviços na rede de atendimento de suas comunidades.
Para agilizar os serviços e ampliar as ações, o Prefeito Municipal Miguel Schmitt-Prym determinou a contratação de mais duas fonoaudiólogas aprovadas em concurso recentemente realizado, e que deverão entrar em atividades nos próximos quinze dias.
I ENCONTRO DE JOVENS SURDOS DE MINAS GERAIS
De 03 a 07 de setembro, em Juiz de Fora
Jovens surdos entre 18 e 30 anos.
Motivando a consciência jovem e formando líderes.
PARTICIPE!
Jovens surdos entre 18 e 30 anos.
Motivando a consciência jovem e formando líderes.
PARTICIPE!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Abertas as inscrições para o Deaf Academics
Estão abertas as inscrições para um dos mais importantes eventos em pesquisas de tradução e interpretação de língua de sinais. O evento acontece de 25 a 27 de novembro de 2010. Há também mini-cursos com vagas limitadas. Faça logo a sua inscrição:
http://www.congressotils.cce.ufsc.br/
Estão abertas as inscrições para o "Deaf Academics". Este evento foi criado para reunir surdos professores e pesquisadores. Os professores e pesquisadores surdos brasileiros não podem perder esta oportunidade de participar deste evento internacional que está acontecendo no Brasil, na Universidade Federal de Santa Catarina, nesta edição. Este evento acontece exclusivamente nas línguas de sinais. Faça logo sua inscrição agora clicando abaixo
Fonte:Marianne Rossi Stumpf
Coordenadora Geral do Curso de Graduação em Letras/Libras
Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Comunicação e Expressão - CCE
http://www.congressotils.cce.ufsc.br/
Estão abertas as inscrições para o "Deaf Academics". Este evento foi criado para reunir surdos professores e pesquisadores. Os professores e pesquisadores surdos brasileiros não podem perder esta oportunidade de participar deste evento internacional que está acontecendo no Brasil, na Universidade Federal de Santa Catarina, nesta edição. Este evento acontece exclusivamente nas línguas de sinais. Faça logo sua inscrição agora clicando abaixo
Fonte:Marianne Rossi Stumpf
Coordenadora Geral do Curso de Graduação em Letras/Libras
Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Comunicação e Expressão - CCE
segunda-feira, 12 de julho de 2010
MÚSICA EM LIBRAS - CARINHOSO
A música é maravilhosa, mas a interpretação é uma arte!
A intérprete Naiane colocou sua alma nesta interpretação de CARINHOSO.
Um trio que tem paixão pela arte: Livia, Naiane e Rubens.
PARABÉNS!!!
Um trio que tem paixão pela arte: Livia, Naiane e Rubens.
PARABÉNS!!!
Visite o blog http://liviabvb.blogspot.com/2010/07/musica-em-libras-carinhoso.html
Para quem conhece LIBRAS, uma satisfação assistir, para quem não conhece, um convite a este universo linguístico.
PROJETO: FACULDADE DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA PAULISTA - FEIP Uma proposta inovadora que objetiva a criação de um espaço para a formação de profissionais comprometidos com inclusão nos mais diferentes matizes sociais
CONVITE
LANÇAMENTO OFICIAL DO PROJETO
FACULDADE DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA PAULISTA – FEIP
Ocorrerá no dia 07 de agosto de 2010 o lançamento oficial do Projetoto para a criação da Primeira Faculdade de Educação Inclusiva do Brasil.
Esse evento objetiva dar visibilidade para uma iniciativa pioneira que abre perspectivas para uma formação profissional e intelectual embasadas nos conceitos de diversidade e inclusão.
Venha compartilhar conosco, nesse dia, suas idéias e ideais. Sua presença é fundamental para a concretização de um sonho que está se tornando realidade.
Só teremos uma sociedade verdadeiramente justa, quando forem superados estigmas e estereótipos;dando-se oportunidade para todos.
Prof. Dr. Saulo César da Silva
Dia: 07 de agosto de 2010
Local: Parque Rizzo – Pavilhão
Embu das Artes - SP
Horário: Das 8:00 às 12:00 horas.
sábado, 26 de junho de 2010
abertas as inscrições para Processo Seletivo Simplificado de Provas e Títulos destinado a contratação de PROFESSOR SUBSTITUTO - LIBRAS
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO DE PROFESSOR SUBSTITUTO
EDITAL Nº 089/2010
O Secretário Geral de Recursos Humanos da Universidade Federal de São Carlos,
no uso da competência que lhe foi delegada pela Portaria GR nº 052, de 26/01/09,
publicada no DOU de 02/02/09, torna público que estão abertas as inscrições para
Processo Seletivo Simplificado de Provas e Títulos destinado a contratação de
PROFESSOR SUBSTITUTO, nos termos da Lei nº 8.745/93, 9.849/99 e 10.667/03.
DEPARTAMENTO DE LETRAS
Área LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Disciplina: Introdução à Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) - 06 (seis) turmas (diversos horários, distribuídos nos períodos matutino, vespertino e noturno), disciplina obrigatória para os cursos de
Licenciatura da UFSCar, no campus Sorocaba e São Carlos.
Nº de Vagas 01 (uma)
Requisitos:
Graduação em Letras, Pedagogia, Lingüística ou áreas afins; com certificado de proficiência em LIBRAS, expedido por IES, pelo Ministério da Educação ou pela FENEIS (Federação Nacional de Educação e Instrução dos Surdos).
Regime de trabalho 40 horas semanais
Taxa de inscrição R$ 55,00
Remuneração R$ 2.124,20
EDITAL Nº 089/2010
O Secretário Geral de Recursos Humanos da Universidade Federal de São Carlos,
no uso da competência que lhe foi delegada pela Portaria GR nº 052, de 26/01/09,
publicada no DOU de 02/02/09, torna público que estão abertas as inscrições para
Processo Seletivo Simplificado de Provas e Títulos destinado a contratação de
PROFESSOR SUBSTITUTO, nos termos da Lei nº 8.745/93, 9.849/99 e 10.667/03.
DEPARTAMENTO DE LETRAS
Área LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Disciplina: Introdução à Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) - 06 (seis) turmas (diversos horários, distribuídos nos períodos matutino, vespertino e noturno), disciplina obrigatória para os cursos de
Licenciatura da UFSCar, no campus Sorocaba e São Carlos.
Nº de Vagas 01 (uma)
Requisitos:
Graduação em Letras, Pedagogia, Lingüística ou áreas afins; com certificado de proficiência em LIBRAS, expedido por IES, pelo Ministério da Educação ou pela FENEIS (Federação Nacional de Educação e Instrução dos Surdos).
Regime de trabalho 40 horas semanais
Taxa de inscrição R$ 55,00
Remuneração R$ 2.124,20
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Aprender com as Diferenças: Não basta saber Libras para ser intérprete
PUBLICADO EM PLANETA EDUCAÇÃO
Estamos presenciando, na atualidade, frequentes discussões sobre os processos de inclusão social. A sociedade, de modo geral, reconhece que, no passado, não deu efetivas condições de ensino bem como oportunidades de trabalho, além do adequado atendimento às pessoas com deficiência. Recentemente, como resultado de grandes lutas políticas, das próprias comunidades e de pessoas envolvidas com essa questão, assistimos à aplicação de legislações que defendem os direitos das pessoas com deficiência.
Estamos presenciando, na atualidade, frequentes discussões sobre os processos de inclusão social. A sociedade, de modo geral, reconhece que, no passado, não deu efetivas condições de ensino bem como oportunidades de trabalho, além do adequado atendimento às pessoas com deficiência. Recentemente, como resultado de grandes lutas políticas, das próprias comunidades e de pessoas envolvidas com essa questão, assistimos à aplicação de legislações que defendem os direitos das pessoas com deficiência.
Com o advento da Lei Nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, está garantida, em seu Capítulo VII, da Acessibilidade nos sistemas de comunicação e sinalização, a presença dos profissionais Intérpretes de Libras e dos Braillistas em espaços públicos e/ou privados, em que esteja uma pessoa surda e/ou uma pessoa cega, conforme se verifica nos seguintes artigos:
Art. 17. O Poder Público promoverá a eliminação de barreiras na comunicação e estabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas de comunicação e sinalização às pessoas portadoras de deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação, para garantir-lhes o direito de acesso à informação, à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à cultura, ao esporte e ao lazer. (grifo nosso)Art. 18. O Poder Público implementará a formação de profissionais intérpretes de escrita em Braile, linguagem de sinais e de guias-intérpretes, para facilitar qualquer tipo de comunicação direta à pessoa portadora de deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação. (grifo nosso)
Além desta, temos a Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que reconhece como meio legal de comunicação e expressão, dos surdos, a Língua Brasileira de Sinas – LIBRAS, cuja regulamentação é feita pelo Decreto Nº 5626, de 22 de dezembro de 2005. Essa lei garantiu, ainda, a obrigatoriedade de inclusão da disciplina de Libras na formação acadêmica de pedagogos, fonoaudiólogos e de professores, nos cursos de licenciatura. Da mesma forma, com a Portaria Nº 2.678/02, o MEC aprova diretrizes e normas para o uso, o ensino, a produção e a difusão do sistema Braille em todas as modalidades de ensino, compreendendo o projeto da Grafia Braille para a Língua Portuguesa e a recomendação para o seu uso em todo o território nacional.
Sem dúvida, trata-se de importantes ganhos sociais. Pelo menos em parte, estamos bem amparados pelas leis, pois sabemos que ainda há diversas questões a serem discutidas no âmbito das políticas públicas. Então cabe a nós que acreditamos na importância desse profissional de inclusão refletirmos sobre essa formação. Será o bastante saber Libras ou conhecer o código Braille para ser esse agente de inclusão social?
Acreditamos que não! Além da língua, no caso de Libras, e além do código, no caso do Braille, é necessário conhecer a cultura dessas comunidades, como se relacionam e percebem o ambiente em que vivem, seu histórico de inclusão social, a imposição do bilinguismo, entre outras especificidades que identificam tantas outras classes sociais.
É importante ressaltar que um mediador de processos comunicativos tem consigo a imensa responsabilidade de intervir nessa tradução, com o compromisso ético de interpretar corretamente a mensagem a ser veiculada por ambas as partes, numa interlocução. As pessoas surdas e as pessoas cegas confiam plenamente nesse profissional, pois ele garante a defesa de seu direito à cidadania, a ser atendido num balcão de um aeroporto, a hospedar-se num hotel, a ser compreendido numa consulta médica e/ou odontológica, a ter acesso ao conhecimento em sua própria língua e/ou código, entre outras situações.
É importante ressaltar que um mediador de processos comunicativos tem consigo a imensa responsabilidade de intervir nessa tradução, com o compromisso ético de interpretar corretamente a mensagem a ser veiculada por ambas as partes, numa interlocução. As pessoas surdas e as pessoas cegas confiam plenamente nesse profissional, pois ele garante a defesa de seu direito à cidadania, a ser atendido num balcão de um aeroporto, a hospedar-se num hotel, a ser compreendido numa consulta médica e/ou odontológica, a ter acesso ao conhecimento em sua própria língua e/ou código, entre outras situações.
E será que esse profissional está apto para exercer esse importante papel social? Conhecemos pessoas importantes que já atuam como intérpretes e que vêm desempenhando muito bem essa função. São pioneiras e, certamente, abriram os caminhos para a profissionalização a que assistimos hoje. Muitos deles continuaram seus estudos e hoje são professores que atuam na formação de novos agentes multiplicadores. No entanto, a demanda é crescente e a obrigatoriedade das leis impulsionou a urgência da formação desse profissional. Então começam a surgir formações e capacitações “relâmpago”, sem uma completa qualificação que lhe garanta o exercício pleno dessa função. Sendo assim é designado a esse agente, formado às pressas, em cursos de 30 a 60h, a tarefa de exercer o papel de “intérprete”!
Não se discute aqui se uma formação X é melhor que a outra! Mas certamente sabemos que uma coisa é dar um conhecimento sobre Libras e sobre o Braille; outra coisa é formar o intérprete de Libras e o Brailista. A difusão da Libras e do código Braille é de extrema importância e muito contribui para a inserção da pessoas surdas e das pessoas cegas. Para uma completa inclusão social do surdo, por exemplo, é necessário que ele seja bilíngue; em outras palavras, lhe é imposto que, para ter acesso ao conhecimento socialmente construído, ele aprenda a língua portuguesa, que, na verdade, é sua segunda língua. Então se nos dispomos a aprender a Libras, estamos respeitando seu direito de acesso ao conhecimento em sua própria língua e contribuindo para sua inserção social e respeito aos seus direitos.
A discussão aqui está em torno da formação do profissional intérprete. Hoje temos como grande centro irradiador dessa formação o estado de Santa Catarina, que tem a Profa Ronice Muller como ícone nacional. Lá já existe o curso de Licenciatura e Bacharelado em Letras, presencial e a distância, que tem o objetivo de formar professores e tradutores-intérpretes em Libras. Esse Estado tornou-se um centro de pesquisas científicas que muito tem contribuído para ampliarmos nossos conhecimentos sobre a língua de sinais brasileira, e para indicar caminhos para uma adequada formação acadêmica. A partir daí, assistimos, com satisfação, à abertura de diversos cursos similares pelo Brasil. Além da graduação, há diversas pós graduações lato sensu nessa área, presenciais e a distância; três delas, inclusive, em Belo Horizonte.
O Decreto Nº 5626, conforme já indicado, que regulamenta a referida Lei Nº 10.436 e o artigo 18 da Lei Nº 10.098, é claro na distinção da formação do instrutor de Libras e do tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa. Em seu Capítulo V, artigo 17, orienta que a formação do tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa deve efetivar-se por meio de curso superior de Tradução e Interpretação, com habilitação em Libras - Língua Portuguesa.
Em Minas, já há a oferta dessa formação específica desde 2006, em Belo Horizonte, e, há um ano, em São Paulo, Campinas; todos os dois cursos, na modalidade tecnólogo, na faixa de duração de 02 anos e meio, o que permite maior agilidade na formação, com possibilidade de rápida inserção no mercado de trabalho. Porém, a oferta mineira, além de ser pioneira, habilita também o Braillista, um diferencial de formação.
Em Minas, já há a oferta dessa formação específica desde 2006, em Belo Horizonte, e, há um ano, em São Paulo, Campinas; todos os dois cursos, na modalidade tecnólogo, na faixa de duração de 02 anos e meio, o que permite maior agilidade na formação, com possibilidade de rápida inserção no mercado de trabalho. Porém, a oferta mineira, além de ser pioneira, habilita também o Braillista, um diferencial de formação.
Tanto em Santa Catarina, como em diversas partes do país, há diversos grupos de profissionais, no qual me incluo, que estão estudando as línguas de sinais e que buscam compreendê-las, em toda sua essência, e contribuir para as discussões científicas em torno do tema, para o reconhecimento acadêmico da área. Observa-se um crescente número de produções acadêmico-científicas, resultantes de projetos de pesquisas, um deles, inclusive, que projetou Minas no cenário nacional, o Diciolibras, com o Prêmio Jovem Cientista, em 2008, e que propôs a criação de sinais na área de Filosofia. Esse projeto está em continuidade e, em breve, irá apresentar sinais para a área Biológica.
Dessa forma, entre erros e acertos, estamos trilhando árduos caminhos, inclusive de aceitação, quebrando paradigmas e renovando nossas propostas curriculares, visando à adequada formação do profissional intérprete de Libras e do Braillista. Nosso objetivo é garantir o direto do surdo a uma interpretação de qualidade, com princípios éticos e respeito a sua identidade e sua cultura. É, ainda, garantir o acesso ao conhecimento em sua própria língua, a Libras, e à pessoa cega, em materiais em Braille.
O Decreto 5626, desde 2005, já prevê em seu artigo 21, que “A partir de um ano da publicação deste Decreto, as instituições federais de ensino da educação básica e da educação superior devem incluir, em seus quadros, em todos os níveis, etapas e modalidades, o tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa, para viabilizar o acesso à comunicação, à informação e à educação de alunos surdos”. Na dimensão da pessoa cega, o Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta as já citadas Leis Nº 10.048 e 10.098, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, reforça, em seu artigo 6º, o atendimento prioritário e tratamento diferenciado, com pessoal capacitado, para auxiliar as pessoas com deficiência visual. No entanto, são poucos os estados brasileiros cujas instituições públicas e/ou privadas dispõem de cargos para esse profissional.
Esperamos para breve, a aprovação do projeto de lei, de autoria da Deputada Maria do Rosário, que visa regulamentar a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e exige curso superior de Tradução e Interpretação, com habilitação em Libras - Língua Portuguesa para quem quiser exercer essa profissão. O projeto já foi relatado pelo Senador Cristovam Buarque, com parecer favorável, e colocado em votação em 25/05/2010, mas, infelizmente, apreciação da matéria foi adiada. Essa nova lei, além do reconhecimento profissional, certamente trará mais segurança jurídica a quem exerce tal função. Mas independente dessa aprovação, há Estados como São Paulo que, desde abril deste ano, obriga às repartições públicas, a manutenção, durante todo o horário de funcionamento, no setor de atendimento ao público, um tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais – Libras. (Projeto de Lei 322/2010).
Certamente, ainda temos muito o que caminhar. E, na verdade, “estaremos, permanentemente, em processo de inclusão”, já afirmou um grande sábio. Precisamos é nos desvencilharmos dessa falsa postura paternalista que não conduz as pessoas com deficiência à autonomia. Devemos reconhecer suas capacidades e limitações, como todos nós as temos, e lhes possibilitar o devido acesso a um ensino de qualidade e a uma prestação de serviços competente.
Denise Queiroz Novaes - Professora universitária, Doutora em Língua Portuguesa e Linguística.
domingo, 20 de junho de 2010
Pesquisadora Regiane Agrella, surda, defendeu no último mês o trabalho “Língua, subjetividade e opressão linguística - interrogações a uma pedagogia (AB)surda”
Pesquisadora surda apresenta dissertação usando língua de sinais na Unicamp Mestranda em Pedagogia defendeu uso de Língua Brasileira de Sinais (Libras), que tem estatuto de língua nativa no Brasil da redação*
Pela primeira vez, a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) teve uma dissertação apresentada em Língua Brasileira de Sinais (Libras). A pesquisadora Regiane Agrella, surda, defendeu no último mês o trabalho “Língua, subjetividade e opressão linguística - interrogações a uma pedagogia (AB)surda”. Por lei desde 2002, a Língua Brasileira de Sinais tem o estatuto de língua nativa, assim como o português. O trabalho de Regina criticou médicos, familiares, professores e fonoaudiólogos que pretendem “curar” a surdez e obrigam o surdo a “falar”.
“Por que a sociedade não aceita a língua de sinais? Eu devo me apropriar do português? Só eu? Por que não troca, não inverte o jogo? Eu também voto”, disse Regiane, formada em Pedagogia.
Ela conta que uma vez foi reprimida pela mãe enquanto conversava com
um colega usando língua de sinais. Para a mãe, ela correria o risco de “perder a fala”. “É a minha língua, e percebi que ela era proibida”, disse.
“Poderia aprender português como segunda língua. Mas comecei a perceber que as frases eram incompletas. Por exemplo: Eu gosto de você. Eu entendo: eu gosto você. ‘De’ para mim não significa nada. Na escrita eu omitia porque não entendia essas conjunções”, explicou a mestranda.
Durante a apresentação, Regiane narrou a sua época na escola, quando aprendeu a ler lábios para acompanhar as aulas. “Eu entendia as palavras, mas as frases não tinham sentido. Eu decorava e respondia para a prova. Falava até bem, mas minha escrita era muito diferente. As professoras sempre achavam algum erro, mas não sabiam explicar, do meu jeito, onde estava o erro”.
ADAPTAÇÃO
A pesquisadora foi também uma das primeiras aprovadas no mestrado com provas em português e em Libras. As aulas passaram a ser acompanhadas de tradutor Português – Libras e gravadas em DVD. “É possível garantir a formação do pesquisador surdo mesmo que ele não tenha como primeira língua o português, e sim a língua brasileira de sinais”, disse Regina de Souza, orientadora de Regiane.
Dados do MEC mostram que, em 2003, 56 mil surdos frequentavam o ensino fundamental e só 2 mil, o médio. O Brasil tem quase 5 milhões de pessoas com algum grau de surdez, segundo o IBGE.
Pela primeira vez, a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) teve uma dissertação apresentada em Língua Brasileira de Sinais (Libras). A pesquisadora Regiane Agrella, surda, defendeu no último mês o trabalho “Língua, subjetividade e opressão linguística - interrogações a uma pedagogia (AB)surda”. Por lei desde 2002, a Língua Brasileira de Sinais tem o estatuto de língua nativa, assim como o português. O trabalho de Regina criticou médicos, familiares, professores e fonoaudiólogos que pretendem “curar” a surdez e obrigam o surdo a “falar”.
“Por que a sociedade não aceita a língua de sinais? Eu devo me apropriar do português? Só eu? Por que não troca, não inverte o jogo? Eu também voto”, disse Regiane, formada em Pedagogia.
Ela conta que uma vez foi reprimida pela mãe enquanto conversava com
um colega usando língua de sinais. Para a mãe, ela correria o risco de “perder a fala”. “É a minha língua, e percebi que ela era proibida”, disse.
“Poderia aprender português como segunda língua. Mas comecei a perceber que as frases eram incompletas. Por exemplo: Eu gosto de você. Eu entendo: eu gosto você. ‘De’ para mim não significa nada. Na escrita eu omitia porque não entendia essas conjunções”, explicou a mestranda.
Durante a apresentação, Regiane narrou a sua época na escola, quando aprendeu a ler lábios para acompanhar as aulas. “Eu entendia as palavras, mas as frases não tinham sentido. Eu decorava e respondia para a prova. Falava até bem, mas minha escrita era muito diferente. As professoras sempre achavam algum erro, mas não sabiam explicar, do meu jeito, onde estava o erro”.
ADAPTAÇÃO
A pesquisadora foi também uma das primeiras aprovadas no mestrado com provas em português e em Libras. As aulas passaram a ser acompanhadas de tradutor Português – Libras e gravadas em DVD. “É possível garantir a formação do pesquisador surdo mesmo que ele não tenha como primeira língua o português, e sim a língua brasileira de sinais”, disse Regina de Souza, orientadora de Regiane.
Dados do MEC mostram que, em 2003, 56 mil surdos frequentavam o ensino fundamental e só 2 mil, o médio. O Brasil tem quase 5 milhões de pessoas com algum grau de surdez, segundo o IBGE.
sábado, 19 de junho de 2010
Uma reportagem que explica um pouco sobre a diferença entre LIBRAS e Língua Portugesa
Compartilhando o que vi...
terça-feira, 15 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
PROGRAMA AO VIVO - UNIVERSO DOS SURDOS NA REDE TV
Amanhã, dia 14 de junho a partir das 9h45 a Profª Sueli Ramalho Segala, Coordenadora de Inclusão/Intérpretes Libras, estará ao vivo no programa Manhã Maior da RedeTv, falando sobre o universo dos surdos.
Para quem não viu...
ACESSE http://www.redetv.com.br/Video.aspx?124,28,115402,Entretenimento,Manha-Maior
Para quem não viu...
ACESSE http://www.redetv.com.br/Video.aspx?124,28,115402,Entretenimento,Manha-Maior
quarta-feira, 9 de junho de 2010
A Vivo tem o prazer de convidá-los para a estréia dia 10 de junho da nova peça: *OLHE PARA TRÁS COM RAIVA*
A Vivo tem o prazer de convidá-los para a estréia dia 10 de junho da nova
peça: *OLHE PARA TRÁS COM RAIVA*.
Apresentação da peça com legendas, Interpretação em LIBRAS e
audiodescrição todos os domingos!!!!!
De junho a agosto
Domingos
Horário: 18:00 horas.
Local: Teatro Vivo.
Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 860, Morumbi.
Convite válido para 2 pessoas.
Confirmação de presença pelo email: teatrolibras@gmail.com <livia@terra.com.br>
Favor chegar com meia hora de antecedência para a apresentação da peça.
*Sobre a peça:*
Drama do inglês John Osborne, dirigida por Ulysses Cruz. No elenco, os
atores: Sérgio Abreu (Jimmy), Karen Coelho (Allison), Thiago Mendonça
(Cliff) e Maria Manoella (Helena). O agressivo e brilhante Jimmy mostra-se
revoltado contra o conservadorismo de uma sociedade hierarquizada, com
desigualdades sociais, intolerância e preconceitos. Ele é casado com Allison
que é amiga de Helena, duas jovens da alta burguesia. Cliff é um jovem da
classe operária, amigo leal e amoroso de Jimmy, que mora em um minúsculo
quarto embaixo do apartamento de Jimmy e Allison.
peça: *OLHE PARA TRÁS COM RAIVA*.
Apresentação da peça com legendas, Interpretação em LIBRAS e
audiodescrição todos os domingos!!!!!
De junho a agosto
Domingos
Horário: 18:00 horas.
Local: Teatro Vivo.
Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 860, Morumbi.
Convite válido para 2 pessoas.
Confirmação de presença pelo email: teatrolibras@gmail.com <livia@terra.com.br>
Favor chegar com meia hora de antecedência para a apresentação da peça.
*Sobre a peça:*
Drama do inglês John Osborne, dirigida por Ulysses Cruz. No elenco, os
atores: Sérgio Abreu (Jimmy), Karen Coelho (Allison), Thiago Mendonça
(Cliff) e Maria Manoella (Helena). O agressivo e brilhante Jimmy mostra-se
revoltado contra o conservadorismo de uma sociedade hierarquizada, com
desigualdades sociais, intolerância e preconceitos. Ele é casado com Allison
que é amiga de Helena, duas jovens da alta burguesia. Cliff é um jovem da
classe operária, amigo leal e amoroso de Jimmy, que mora em um minúsculo
quarto embaixo do apartamento de Jimmy e Allison.
FIFA.com terá vídeos em língua de sinais
FIFA.com terá vídeos em língua de sinais
(FIFA.com) Quinta-feira 3 de junho de 2010

AFP
Pela primeira vez, o site oficial da FIFA e da Copa do Mundo da FIFA permitirá que surdos e pessoas com dificuldades auditivas em todo o mundo acompanhem ainda mais detalhadamente o evento máximo do futebol mundial.
A língua internacional de sinais é usada em reuniões internacionais como o Congresso da Federação Mundial de Surdos e em eventos como as Olimpíadas para Surdos.

O futebol é um esporte universal e tem de ser acessível a todos. Portanto, estamos encantados por oferecermos este serviço a pessoas surdas ou com dificuldades auditivas

Joseph S. Blatter, Presidente da FIFA
"O futebol é um esporte universal e tem de ser acessível a todos", afirmou o presidente da FIFA, Joseph S. Blatter. "Portanto, estamos encantados por oferecermos este serviço a pessoas surdas ou com dificuldades auditivas. Por meio destes vídeos na língua internacional de sinais, a FIFA está atendendo às necessidades de mais de 70 milhões de pessoas."
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Edital de Abertura de cadastro para os Docentes interessados em atuar como Interlocutor (interprete) de Libras
DIRETORIA DE ENSINO – REGIÃO CENTRO O Dirigente Regional da Diretoria de Ensino – Região Centro torna público o Edital de Abertura de cadastro para os Docentes interessados em atuar como Interlocutor (interprete) de Libras, nos termos da Resolução SE 38/09 que apresentem qualificação e proficiência em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS conforme segue:
Período: de 01/06 a 17/06/2010
Local: Diretoria de Ensino – Região Centro, à Av.Olavo Fontoura, 2222 – Casa Verde – SP
Horário: das 9h às 12h e das 13h às 17h
Publico Alvo:
Portadores de Diploma de Licenciatura Plena para atuação nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio ou Portadores de Diploma de Pedagogia ou de Curso de Nível Médio com habilitação em magistério, para atuação nas séries iniciais do Ensino Fundamental, e que apresentem pelo menos um dos seguintes títulos:Diploma ou Certificado de Curso de Graduação ou de pós-graduação em Letras – Libras Certificado de Proficiência em Libras, expedido pelo MEC.
Certificado de Conclusão de curso de Libras de, no mínimo, 120horasHabilitação ou especialização em DA/Audiocomunicação com carga horária de Libras.
Documentação necessária (cópias e originais): RG , CPF, Diploma ou Certificado, Histórico Escolar, Comprovante de dependentes declarados em Imposto de Renda, Certidão de Tempo de Serviço (AnexoI), e se aluno, também o comprovante de matricula do ano em curso.Vedações: É vedada a juntada de documentos para qualquer alteração em contagem de pontos ou acréscimos de habilitações em relação à inscrição da Diretoria de Ensino de origem.
Cronograma: 18/06/10 – divulgação da classificação do cadastramento
18 e 21/06/10 – prazo para interposição de recursos
23/06/10 - divulgação da classificação, após as decisões dos recursos.
domingo, 11 de abril de 2010
Centro Cultural Banco do Brasil - progamação cultural acessível
O CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil apresenta uma programação voltada para o público com deficiência, de 22 a 25 de abril. Durante este período serão realizadas ações educativas que estimulam a inclusão e a acessibilidade aos bens culturais.
PROGRAMAÇÃO
• Visita Sensorial | de 22 a 25 de abril, às 12h e às 16h
Visita inclusiva para deficientes visuais e para o público em geral, que será convidado a utilizar vendas nos olhos durante o percurso. Venha conhecer o prédio do CCBB, sua história, os estilos arquitetônicos e sua
relação com a cidade de São Paulo a partir da experimentação do espaço e de outras propostas lúdicas. Duração média de 1h.
Locais: Fachada, cofre no subsolo, térreo, 1º, 2º e 3º andares
• Visita às exposições em Língua Brasileira de Sinais | de 22 a 25 de abril,
às 10h e 15h
Visita mediada pela exposição “A Expedição Langsdorff” e “Ossário” para surdos ou ouvintes fluentes em Libras.
Horários exclusivos para escolas e grupos, por meio de agendamento prévio. Duração média de 1h.
Local: Térreo, 1º, 2º e 3º andares
• Laboratório de Ações Criativas | 22 a 24 de abril, às 17h e 25 de abril,
às 11h, 15h e 17h
Atividades de artes plásticas multissensoriais, realizadas para o público em geral.
Local: Mezanino
• Musicando | 22 de abril, às 13h e 24 e 25 de abril, às 14h
Atividade que explora as possibilidades sonoras voltadas para o trabalho de inclusão.
Local: Mezanino
• Em Cantos e Contos | 23, 24 e 25 de abril, às 13h
Histórias selecionadas pelo grupo de contadores, com tradução simultânea para Libras e acompanhamento musical.
Local: Mezanino
SERVIÇO
Data: 22 a 25 de abril
Local: CCBB | Rua Álvares Penteado, 112 - Centro
Classificação indicativa: a partir de 5 anos
Entrada franca - mediante retirada de senha a partir das 10h do dia do evento.
Para programação detalhada e mais informações, consulte o folder do evento.
PROGRAMAÇÃO
• Visita Sensorial | de 22 a 25 de abril, às 12h e às 16h
Visita inclusiva para deficientes visuais e para o público em geral, que será convidado a utilizar vendas nos olhos durante o percurso. Venha conhecer o prédio do CCBB, sua história, os estilos arquitetônicos e sua
relação com a cidade de São Paulo a partir da experimentação do espaço e de outras propostas lúdicas. Duração média de 1h.
Locais: Fachada, cofre no subsolo, térreo, 1º, 2º e 3º andares
• Visita às exposições em Língua Brasileira de Sinais | de 22 a 25 de abril,
às 10h e 15h
Visita mediada pela exposição “A Expedição Langsdorff” e “Ossário” para surdos ou ouvintes fluentes em Libras.
Horários exclusivos para escolas e grupos, por meio de agendamento prévio. Duração média de 1h.
Local: Térreo, 1º, 2º e 3º andares
• Laboratório de Ações Criativas | 22 a 24 de abril, às 17h e 25 de abril,
às 11h, 15h e 17h
Atividades de artes plásticas multissensoriais, realizadas para o público em geral.
Local: Mezanino
• Musicando | 22 de abril, às 13h e 24 e 25 de abril, às 14h
Atividade que explora as possibilidades sonoras voltadas para o trabalho de inclusão.
Local: Mezanino
• Em Cantos e Contos | 23, 24 e 25 de abril, às 13h
Histórias selecionadas pelo grupo de contadores, com tradução simultânea para Libras e acompanhamento musical.
Local: Mezanino
SERVIÇO
Data: 22 a 25 de abril
Local: CCBB | Rua Álvares Penteado, 112 - Centro
Classificação indicativa: a partir de 5 anos
Entrada franca - mediante retirada de senha a partir das 10h do dia do evento.
Para programação detalhada e mais informações, consulte o folder do evento.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
CONAE 2010 ou CONGRESSO DE MILÃO 2010
Desabafo...
Fico feliz pelas diversas conquistas apontadas e sem dúvida necessárias aos dias de hoje, no entanto, sinceramente, quanto às questões da educação dos surdos e o respeito à sua diversidade linguística, tivemos um retrocesso.
É quase o CONGRESSO DE MILÃO, a revanche...
Infelizmente, as pessoas que apoiam a inclusão do surdo desde tenra idade, anunciam seu desconhecimento das questões linguísticas que de fato, envolvem a educação do surdo, creio que inclusive desconheçam o sujeito surdo.
Infelizmente também, a maioria das pessoas que tratam a inclusão do surdo de forma tão radical e irrestrita, está decretando sua exclusão a médio e longo prazo. Ficam alijados do exercício de sua cidadania, do direito ao trabalho, alcançando muitas vezes na idade adulta, sub-empregos se não tiverem por trás uma família atuante e engajada. Não falo sem sustentação. Atuo na educação de surdos desde 1986. Tive a oportunidade de dar aulas para jovens e adultos surdos, que contaram suas histórias de vida, histórias de falta de informação, pois a língua de acesso aos saberes da humanidade que lhes fora oferecida, era inacessível. Retornam à escola, depois de anos, no entanto, gratos pelo professor que lhes ministra aulas em língua acessível, língua que lhe dê significado.
As linguagens e línguas criam fundos estruturantes no qual o homem é capaz de se expressar. [...] Novos sentidos vão podendo ser atribuídos às coisas e estes vão se tornando passíveis de serem comunicados, ampliados e transformados.
Para Merleau-Ponty, cada povo, assim como cada homem, tem a maleabilidade de adquirir um modo de atribuir sentido às coisas. Cada língua emerge de uma forma de direcionamento ao mundo que vai oferecendo aos seus integrantes um fundo comum, que também orienta seu olhar ao mundo. Essa forma de “ver” e “lidar” com o “ao redor” não pode ser tomada, entretanto, como aprisionadora, pois é, antes, o solo do qual o homem precisa para germinar, mas que se dá na temporalidade e dentro de sua própria individualidade. Cada pessoa irá destacar-se como um ser único ao usar a língua ou línguas das quais tenha se apropriado, não podendo esquecer-se de que estas são vivas, estando em constante mutação em meio à existência. ( Rocha ,1997, p. 104 - Joel Martins... um seminário avançado em fenomenologia)
Não defendo educação especial para surdos, pois a educação deve ser uma prática transformadora, especial por potencializar a autonomia. Especial é cada um de nós: surdos, ouvintes, cadeirantes, negros, gays, mulheres, pobres, superdotados, disléxicos, "nem isto" ou "aquilo"... mas, cada ser, em sua essência única.
Acredito que a alegação de "evitar a segregação" é novamente mascarar o preconceito à diferença linguística, é não aceitar que inclusão é dar a todos as mesmas oportunidades, considerando-se as diferenças.
O respeito à diversidade linguística das comunidades indígenas nos parece fácil, já que eles possuem um território próprio. Não os encontramos no supermercado, no cinema ou no shopping tentando se comunicar conosco, que desconhecemos sua língua. Não nos provoca nenhum desconforto, nem nos impõe aprender sua língua.
Os surdos estão em toda parte, em todo o território e por mais se que queira negar a língua de sinais, ela é a língua que ele aprende naturalmente se exposto a ela naturalmente, no encontro com seus pares linguísticos. Foi assim que aprendi a minha língua, de forma natural. Frequentei vários anos de bancos escolares e ainda hoje aos 47 anos, me deparo com conflitos e dúvidas sobre minha língua, e não se esqueça de que ela nunca me foi negada.
A língua oral, ele pode aprender a duras penas e anos de dedicação, e mesmo assim, nos causar desconforto.
Parece me que o argumento de "evitar a segregação" é um camuflagem. É novamente a história obrigando o surdo, neste universo da inclusão à toda prova, que aprenda a língua oral majoritária.
Gostaria de compartilhar uma frase do filósofo Vilém Flusser sobre a língua:
[...] a língua tal como se desenrola dentro da nossa mente, formando e governando todos os nossos pensamentos. Surgirá a suspeita, e mais que mera suspeita, da identidade entre língua e pensamentos. [...] No íntimo sentimos que somos possuídos por ela, que não somos nós que a formulamos, mas que é ela que nos formula. ( 2004, p. 35 e 37- Língua e Realidade).
Sei que muitos não entenderão minha tristeza, mas espero imensamente, que minhas palavras possam ser fluídas como água, que penetra o solo e germina a semente sem ser vista, até que um dia, surge na terra, o broto, ansioso por se tornar árvore.
Fico feliz pelas diversas conquistas apontadas e sem dúvida necessárias aos dias de hoje, no entanto, sinceramente, quanto às questões da educação dos surdos e o respeito à sua diversidade linguística, tivemos um retrocesso.
É quase o CONGRESSO DE MILÃO, a revanche...
Infelizmente, as pessoas que apoiam a inclusão do surdo desde tenra idade, anunciam seu desconhecimento das questões linguísticas que de fato, envolvem a educação do surdo, creio que inclusive desconheçam o sujeito surdo.
Infelizmente também, a maioria das pessoas que tratam a inclusão do surdo de forma tão radical e irrestrita, está decretando sua exclusão a médio e longo prazo. Ficam alijados do exercício de sua cidadania, do direito ao trabalho, alcançando muitas vezes na idade adulta, sub-empregos se não tiverem por trás uma família atuante e engajada. Não falo sem sustentação. Atuo na educação de surdos desde 1986. Tive a oportunidade de dar aulas para jovens e adultos surdos, que contaram suas histórias de vida, histórias de falta de informação, pois a língua de acesso aos saberes da humanidade que lhes fora oferecida, era inacessível. Retornam à escola, depois de anos, no entanto, gratos pelo professor que lhes ministra aulas em língua acessível, língua que lhe dê significado.
As linguagens e línguas criam fundos estruturantes no qual o homem é capaz de se expressar. [...] Novos sentidos vão podendo ser atribuídos às coisas e estes vão se tornando passíveis de serem comunicados, ampliados e transformados.
Para Merleau-Ponty, cada povo, assim como cada homem, tem a maleabilidade de adquirir um modo de atribuir sentido às coisas. Cada língua emerge de uma forma de direcionamento ao mundo que vai oferecendo aos seus integrantes um fundo comum, que também orienta seu olhar ao mundo. Essa forma de “ver” e “lidar” com o “ao redor” não pode ser tomada, entretanto, como aprisionadora, pois é, antes, o solo do qual o homem precisa para germinar, mas que se dá na temporalidade e dentro de sua própria individualidade. Cada pessoa irá destacar-se como um ser único ao usar a língua ou línguas das quais tenha se apropriado, não podendo esquecer-se de que estas são vivas, estando em constante mutação em meio à existência. ( Rocha ,1997, p. 104 - Joel Martins... um seminário avançado em fenomenologia)
Não defendo educação especial para surdos, pois a educação deve ser uma prática transformadora, especial por potencializar a autonomia. Especial é cada um de nós: surdos, ouvintes, cadeirantes, negros, gays, mulheres, pobres, superdotados, disléxicos, "nem isto" ou "aquilo"... mas, cada ser, em sua essência única.
Acredito que a alegação de "evitar a segregação" é novamente mascarar o preconceito à diferença linguística, é não aceitar que inclusão é dar a todos as mesmas oportunidades, considerando-se as diferenças.
O respeito à diversidade linguística das comunidades indígenas nos parece fácil, já que eles possuem um território próprio. Não os encontramos no supermercado, no cinema ou no shopping tentando se comunicar conosco, que desconhecemos sua língua. Não nos provoca nenhum desconforto, nem nos impõe aprender sua língua.
Os surdos estão em toda parte, em todo o território e por mais se que queira negar a língua de sinais, ela é a língua que ele aprende naturalmente se exposto a ela naturalmente, no encontro com seus pares linguísticos. Foi assim que aprendi a minha língua, de forma natural. Frequentei vários anos de bancos escolares e ainda hoje aos 47 anos, me deparo com conflitos e dúvidas sobre minha língua, e não se esqueça de que ela nunca me foi negada.
A língua oral, ele pode aprender a duras penas e anos de dedicação, e mesmo assim, nos causar desconforto.
Parece me que o argumento de "evitar a segregação" é um camuflagem. É novamente a história obrigando o surdo, neste universo da inclusão à toda prova, que aprenda a língua oral majoritária.
Gostaria de compartilhar uma frase do filósofo Vilém Flusser sobre a língua:
[...] a língua tal como se desenrola dentro da nossa mente, formando e governando todos os nossos pensamentos. Surgirá a suspeita, e mais que mera suspeita, da identidade entre língua e pensamentos. [...] No íntimo sentimos que somos possuídos por ela, que não somos nós que a formulamos, mas que é ela que nos formula. ( 2004, p. 35 e 37- Língua e Realidade).
Sei que muitos não entenderão minha tristeza, mas espero imensamente, que minhas palavras possam ser fluídas como água, que penetra o solo e germina a semente sem ser vista, até que um dia, surge na terra, o broto, ansioso por se tornar árvore.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Aplicativo de celular facilita comunicação entre surdos
Programa comprime vídeo e destaca mãos e rosto, usados na língua de sinais
(fiz algumas adequações terminológicas na matéria original: surdos-mudos substitui por Surdos e linguagem de sinais substitui por Língua de Sinais)
por R7 - 10/12/2009 às 20:46:9
Estudantes e professores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, lançaram um aplicativo para celulares que permite facilitar a vida dos usuários surdos que precisam se comunicar.
Até pouco tempo essas pessoas só tinham à disposição as mensagens de texto e as transmissões em vídeo eram prejudicadas devido o pequeno tamanho da tela.
O Mobile ASL usa a tecnologia 3G (internet rápida sem fio) para transmitir videoconferências entre surdos com um sistema que comprime o vídeo e destaca ao usuário as partes mais importantes do corpo dessas pessoas durante a comunicação, ou seja, as mãos e o rosto usados durante a língua de sinais.
Assim, todo o restante da imagem é sutilmente desfocado, ficando com menor resolução na tela. Os pesquisadores dizem que isso evita o descarregamento rápido da bateria, uma das desvantagens das longas transmissões de vídeo via celular.
O projeto começou há quatro anos e 25 americanos surdos estão testando o programa.
(fiz algumas adequações terminológicas na matéria original: surdos-mudos substitui por Surdos e linguagem de sinais substitui por Língua de Sinais)
por R7 - 10/12/2009 às 20:46:9
Estudantes e professores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, lançaram um aplicativo para celulares que permite facilitar a vida dos usuários surdos que precisam se comunicar.
Até pouco tempo essas pessoas só tinham à disposição as mensagens de texto e as transmissões em vídeo eram prejudicadas devido o pequeno tamanho da tela.
O Mobile ASL usa a tecnologia 3G (internet rápida sem fio) para transmitir videoconferências entre surdos com um sistema que comprime o vídeo e destaca ao usuário as partes mais importantes do corpo dessas pessoas durante a comunicação, ou seja, as mãos e o rosto usados durante a língua de sinais.
Assim, todo o restante da imagem é sutilmente desfocado, ficando com menor resolução na tela. Os pesquisadores dizem que isso evita o descarregamento rápido da bateria, uma das desvantagens das longas transmissões de vídeo via celular.
O projeto começou há quatro anos e 25 americanos surdos estão testando o programa.
quarta-feira, 17 de março de 2010
AVATAR – O FILME
O termo AVATAR tem sua origem no sânscrito, que significa a divindade em um corpo material, hoje dito por crianças, jovens e usuários de videogames e dos games online e se tornaram bastante diversificados e triviais na era Second Life.
Seria impossível para os entusiastas tecnológicos perderem este filme.
Muitos como eu movidos pela curiosidade diante de efeitos computacionais assistiram ao filme.
A maioria dos filmes que se propuseram a apresentar grandes “truques” computacionais limitou-se a expor nossos olhos a estes fantásticos recursos, de forma cada vez mais inusitada.
AVATAR, o filme apresenta realmente um trabalho fantástico da tecnologia. Com impressionante abordagem sistêmica, Seres se conectam ao planeta onde vivem e a clareza de interdependência entre a vida do planeta e a vida no planeta, parte que é todo e todo enquanto parte, que diversos encontros e reuniões de grandes estadistas não conseguiram solucionar.
Além desta abordagem, uma perspicaz lição de inclusão.
O personagem principal, um ex-combatente e cadeirante e, portanto, desacreditado de suas potencialidades é enviado a um centro de exploração de recursos do planeta Pandora.
Esta é a melhor parte da tecnologia. É por meio dela que a deficiência de Jake Sully – o ex-fuzileiro - deixa de ser o eixo principal.
A tecnologia permite que Jake mostre o seu potencial, o que ele tem de melhor, e não o que lhe falta - o movimento das pernas.
Esta é sem dúvida o melhor da lição tecnológica do filme AVATAR. Valorizar o que cada um tem de melhor. Isso sim é inclusão.
Inclusão não é oferecer as mesmas coisas para todos, mas oferecer a todos as mesmas possibilidades, possibilidade de revelar o que há de melhor em cada um.
Desta forma, o filme destaca não exatamente o que a tecnologia pode fazer, ou onde podemos chegar com ela, mas em como a utilizamos para chegar onde queremos. Tudo depende, como diria Basbaum (2005), “Do ponto vista ao ponto de experiência”.
Débora Kober
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